sábado, 30 de janeiro de 2010

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

MURAIS - SUGESTÕES...







VOLTA ÀS AULAS



O que uma Educadora deve ter...

Uma memória de elefante, para de tudo se lembrar.

Uma paciência de anjo, para a todos educar.

Olhos à volta da cabeça, para tudo poder ver.

Resposta automática, para a todos responder.

Microfone incorporado, para tudo registar.

Umas costas bem largas, para tudo isto aguentar.

Ouvidos com controle de intensidade, para não ficar com a cabeça atordoada.

E uma voz bem resistente, para não ter de ficar calada.

Oito braços como um polvo, para a todos ajudar.

E um coração de criança, para tudo apreciar.

Um bom filtro nasal, para aos maus cheiros resistir.

E um enorme bom humor, para tudo encarar a rir!

Mais 10 dedinhos de fada, que ajudem a trabalhar…

E umas pernas de atleta, para os mais pequenos apanhar.

Conhecimentos de informática, para usar o computador.

E também de medicina, para aliviar a dor.

Precisa também de ter muita cultura geral.

E nas áreas científicas, não poderá dar-se mal…

Biologia, Matemática e também Meteorologia.

Para além de Físico-química e também Geografia.

Tem de saber Psicologia, para lidar com as pessoas.

E dizer, sem magoar, às vezes coisas menos boas…

Enfim, uma Educadora à medida da necessidade,

Só feita por encomenda, não vos parece verdade?

(Autor Desconhecido)Retirado do blog: http://ritanaterradosonhos.blogspot.com/

Fonte: Baú das Mensagens



SE A ESCOLA FOSSE UMA ORQUESTRA


Se a escola fosse uma orquestra, seria possível ouvir-se a sinfonia da compreensão humana? Como haver sinfonia se cada músico está com seu instrumento em um tom? Onde está o autor da sinfonia? Ou será que a orquestra é que não quer tocá-la?

A orquestra está desafinada.E o maestro?

Deve ser responsabilizado pelo insucesso?

E os ouvintes, por que não gritam?Estão mudos?Não; não sabem gritar.

Gritam , às vezes, buscando em outro músico o fracasso advindo do tom desafinado que emitem.

E você?

Também é músico nesta orquestra?

A escola nunca será orquestra, se cada músico não se afinar. Os músicos devem interpretar a partitura da compreensão humana, para atender a cada ouvinte na sua individualidade.

Não basta simplesmente tocar.

A harmonia entre os músicos e os ouvintes é a compreensão, o respeito, a doação, o "assumir", é a responsabilidade, o envolvimento com o trabalho.

Reaja diante da música.

Se um tom soa-lhe desafinado, pare! O ponto de espera é calmo e longo; com sua ajuda virá outra música.

Com certeza será o início de uma verdadeira orquestra onde todos possam entoar a música da Paz, da Harmonia, da Colaboração, do Respeito Mútuo.


Fonte: Baú das Mensagens

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Outra sugestão!







Lembranças para alunos - Volta às Aulas

Estas lembranças podem ser confeccionadas em cores diferentes para presentear os alunos no primeiro dia de aula.
Esta flor é confeccionada com cartolina, podemos fazer com outros materiais como EVA e no miolo colocamos um pirulito.



Esta borboleta pode ser feita também de EVA.


sábado, 23 de janeiro de 2010

Volta às aulas - Dinâmicas


Quem é meu professor?

Organize uma entrevista para que os alunos conheçam você melhor. Divida-os em grupos e solicite que elaborem questões como se fossem repórteres. Diga que as perguntas podem ser sobre sua idade, se tem filhos, quanto tempo tem de profissão ou onde mora, por exemplo. Prontas as questões, sente-se num local da sala onde todos possam vê-lo bem para respondê-las. Avise que todos deverão trazer, no dia seguinte, um breve texto sobre tudo o que lembrarem. Assim, eles prestam atenção. Na próxima aula, sorteie algumas crianças para ler a produção escrita e peça que as demais avaliem e complementem se necessário. Proponha essa atividade depois de promover a apresentação e o reconhecimento do espaço físico da escola (a seguir).

Recomendado para o Ensino Fundamental


Expectativas

Objetivo: quebra-gelo

Material: bolas de inflar (bexiga), caneta permanente (tipo para retroprojetor). Iniciar com as boas vindas ao grupoDistribuir as bolas e pedir que encham e fechem com um nó. Cada um deve escrever sobre a bola, com caneta para retroprojetor uma frase ou palavra que expresse suas expectativas sobre o novo anoA medida em que acabam de escrever, levantam-se e brincam entre si com as bolas, sem deixar que estourem. Ao sinal, cada um pega uma das bolas, qualquer uma, e formam grupos de acordo com a cor da bexiga. O grupo lê o que está nos balões e conversa a respeito..Pendurar os balões e deixar pendurado durante toda a semana.


Garrafa dos elogios

Material: Uma garrafa vazia (pode ser de refrigerante).

O grupo deve sentar formando um círculo.O Professor coloca a garrafa deitada no chão no centro da sala e a faz girar rapidamente, quando ela parar estará apontando o gargalo para alguém. O Professor dirá uma palavra de boas vindas, estímulo ou elogio à essa pessoa.A pessoa indicada pela garrafa terá então a tarefa de girá-la e falar para quem ela apontar e assim sucessivamente.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

VOLTA ÀS AULAS - CONE SURPRESA







Essas sugestões servem para lembrancinhas para a Volta ás aulas. É só imprimir e rechear de gostosuras!












sábado, 16 de janeiro de 2010

Porta Treco


Ano novo...
Olhe à sua volta. Sorria para
seus amigos e para aqueles que você pode
conquistar. Dê uma boa risada! Leia mais. Viaje
na imaginação. Cante uma canção. Lembre o aniversário
de seus amigos. Mude de penteado. Esteja disponível para
escutar. Retribua um favor. Admire o colorido e a beleza da
natureza. Permita-se errar. Retribua uma gentileza. Demonstre
que está feliz. Toque a ponta dos pés. Só por hoje, evite dizer:
"Não posso!”. Cante e assobie. Viva intensamente cada minuto.
Dê uma palmadinha nas suas próprias costas. Escute um
amigo. Feche os olhos e imagine as ondas do mar. Sinta
a brisa bater no rosto. Tenha bons pensamentos. Não
se isole. Seja otimista. Ajude a natureza.
Seja tolerante.Espreguice-se.
Desperte! Ande
descalço. Diga
“Bem-vindo!” a
quem chegou.
Permita que alguém
o ajude. Agradeça!!Saiba que não está sozinho.
Viva com “paixão”. Sem ela,
nada de grande se consegue!
(Autor desconhecido)

domingo, 10 de janeiro de 2010

INCLUSÃO 2

Romper com as velhas ideias
Durante séculos, o mundo tratou as crianças com deficiência como doentes que precisavam de atendimento médico, não de Educação. Essa perspectiva começou a mudar na década de 1950. Mas foi só nos anos 1990 que as velhas ideias assistenciais foram suplantadas pela tese da inclusão. Procurava-se garantir o acesso de todos à Educação. Documentos como a Declaração Mundial de Educação para Todos, de 1990, e a Declaração de Salamanca, de 1994, são marcos desse movimento.
O rompimento com práticas e conceitos antigos marcou também o início do trabalho de Hellen. Ela sabia que precisaria inovar se quisesse que Matheus aprendesse. E o primeiro desafio era mantê-lo em sala. Passei a iniciar as aulas do lado de fora. Todos os dias eu cantava, lia histórias ou sugeria alguma atividade que estimulasse a alfabetização ou outro aprendizado, lembra. Era uma forma de ensinar o conteúdo, promover a integração entre as crianças e atrair o Matheus para a classe.
Para lidar com as fugas repentinas para o bebedouro onde Matheus se acalmava mexendo na água, a professora ensinou-o a pedir para sair. Mostrava, a cada fuga, que ele podia bater com a caneca na carteira quando quisesse beber água. Um dia, ele bateu a caneca e permaneceu sentado, esperando a minha reação, conta a professora Hellen.
Percebi que ele tinha aprendido. Para a psicopedagoga Daniela Alonso, consultora na área de inclusão e selecionadora do Prêmio Victor Civita Educador Nota 10, Hellen acertou em cheio: Pensar nas diferenças implica oferecer variadas intervenções. Os caminhos da inclusão para atender à diversidade costumam sempre beneficiar todos e melhorar a qualidade do ensino.
Antes de entrar na escola em que está até hoje, Matheus rodou por três outras sem se encontrar. Na primeira, particular, a direção não soube lidar com ele. A mãe, Lindinalva Santana, tentou uma escola especial, mas em pouco tempo concluiu que o filho não estava aprendendo. Partiu para a matrícula numa EMEI indicada pela fonoaudióloga que atende Matheus desde pequeno. Diante do histórico apresentado quando Matheus chegou à escola de Ensino Fundamental, Hellen imaginou que ele poderia ter aprendido alguma coisa. Eu o observava durante as aulas de leitura e o jeito como ele manuseava o livro, mexia a boca e colocava os dedos sobre as palavras e frases me fez perceber que ele sabia ler. Como o garoto não falava, Hellen encontrou um meio de testá-lo. Escrevi com letra bastão em tiras de papel o nome de dez objetos. Misturei todas e pedi que ele pegasse só a que correspondia ao objeto que eu citava. Na primeira tentativa, Matheus não prestou atenção e pegou qualquer palavra. Hellen insistiu e ele acertou. Achei que pudesse ser coincidência e continuei, inclusive com frases inteiras, e ele acertou tudo. Depois disso, não dei mais sossego para o Matheus, lembra a professora.
Daniela Alonso diz que descobrir as competências dos estudantes é o caminho. Antes, focávamos as dificuldades. O professor queria checar o que eles não sabiam, valorizando as diferenças pelas falhas. Hoje, devemos sondar o que cada um conhece para determinar como pode contribuir com o coletivo, explica. Matheus deixou para trás a trajetória errante na Educação Especial, seguindo o mesmo caminho das políticas públicas brasileiras.
O país apostou, em 2001, na inclusão. Nesse ano, começou a ser divulgada a lei aprovada em 1989 e regulamentada em 1999 que obrigava as escolas a aceitar as matrículas de crianças com necessidades especiais e transformava em crime a recusa a esse direito. Desde então, começou a aumentar o número de estudantes com deficiência nas salas regulares. De 81.344 naquele ano, ele saltou para 110.704 em 2002 e nunca mais parou de crescer. O Brasil, porém, estava ainda longe de assumir a inclusão como um fato consumado. As salas especiais eram muito mais numerosas, com 323.399 matrículas em 2001 e 337.897 em 2002.

O novo papel da Educação Especial
A nova política nacional para a Educação Especial é taxativa: todas as crianças e jovens com necessidades especiais devem estudar na escola regular. Desaparecem, portanto, as escolas e classes segregadas. O atendimento especializado continua existindo apenas no turno oposto.
É o que define o Decreto 6.571, de setembro de 2008. O prazo para que todos os municípios se ajustem às novas regras vai até o fim de 2010. O texto não acaba com as instituições especializadas no ensino dos que têm deficiência. Em lugar de substituir, elas passam a auxiliar a escola regular, firmando parcerias para oferecer atendimento especializado no contraturno. Na prática, muda radicalmente a função do docente dessa área.
Antes especialista em uma deficiência, ele agora precisa ter uma formação mais ampla. Ele deve elaborar um plano educacional especializado para cada estudante, com o objetivo de diminuir as barreiras específicas de todos eles, diz Maria Teresa Eglér Mantoan, professora da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e uma das pioneiras nos estudos sobre inclusão no Brasil. Ensinar os conteúdos das disciplinas passa a ser tarefa do ensino regular, e o profissional da Educação Especial fica na sala de recursos para dar apoio com estratégias e recursos que facilitem a aprendizagem. É ele quem se certifica, ainda, de que os recursos que preparou estão sendo usados corretamente. Ele informa a escola sobre os materiais a serem adquiridos e busca parcerias externas para concretizar seu trabalho, afirma Maria Teresa.
A princípio, esse educador não precisa saber tudo sobre todas as deficiências. Vai se atualizar e aprender conforme o caso. Ele pode atuar na sala comum de longe, observando se o material está sendo corretamente usado, ou estender os recursos para toda a turma, ensinando a língua brasileira de sinais (Libras), por exemplo. Quem souber se adaptar não correrá o risco de perder espaço. O profissional maleável é bem-vindo, garante Maria Teresa.
O momento atual é de construção. De fato, a inclusão na sala de aula está sendo aprendida no dia a dia, com a experiência de cada professor. Mas não existe formação dissociada da prática. Estamos aprendendo ao fazer, avalia Cláudia Pereira Dutra, secretária de Educação Especial do Ministério da Educação (MEC).

INCLUSÃO 1

Os fundamentos das deficiências e síndromes
Conhecer o que afeta o seu aluno é o primeiro passo para criar estratégias que garantam a aprendizagem

Você sabe o que é síndrome de Rett, síndrome de Williams ou surdo-cegueira?


Para receber os alunos com necessidades educacionais especiais pela porta da frente, é preciso conhecer as características de cada síndrome ou deficiência.
O primeiro passo é entender as diferenças entre os dois termos.

Deficiência é um desenvolvimento insuficiente, em termos globais ou específicos, ou um déficit intelectual, físico, visual, auditivo ou múltiplo (quando atinge duas ou mais dessas áreas).

Síndrome é o nome que se dá a uma série de sinais e sintomas que, juntos, evidenciam uma condição particular. A síndrome de Down, por exemplo, engloba deficiência intelectual, baixo tônus muscular (hipotonia) e dificuldades na comunicação, além de outras características, que variam entre os atingidos por ela.

Se você leciona para alguém com diagnóstico que se encaixa nesse quadro, precisa saber que é possível ensiná-lo.

Conheça a seguir as definições e características das síndromes e deficiências mais frequentes na escola.


Deficiência física


• Definição: uma variedade de condições que afeta a mobilidade e a coordenação motora geral de membros ou da fala. Pode ser causada por lesões neurológicas, neuromusculares e ortopédicas, más-formações congênitas ou por condições adquiridas. Exemplos: amiotrofia espinhal (doença que causa fraqueza muscular), hidrocefalia (excesso do líquido que serve de proteção ao sistema nervoso central) e paralisia cerebral (desordem no sistema nervoso central), que exige dos professores cuidados específicos em sala de aula (leia mais a seguir).

• Características: são comuns as dificuldades no grafismo em função do comprometimento motor. Às vezes, o aprendizado é mais lento, mas, exceto nos casos de alteração na motricidade oral, a linguagem é adquirida sem problemas. Muitos precisam de cadeira de rodas ou muletas para se locomover. Outros apenas de apoios especiais e material escolar adaptado, como apontadores, suportes para lápis etc.

• Recomendações: a escola precisa ter elevadores ou rampas. Fique atento a cuidados do dia a dia, como a hora de ir ao banheiro. “Algum funcionário que tenha força deve acompanhar a criança”, explica Marília Costa Dias, professora do Instituto Superior de Educação Vera Cruz, na capital paulista. Nos casos de hidrocefalia, é preciso observar sintomas como vômitos e dores de cabeça, que podem indicar problemas com a válvula implantada na cabeça.


PARALISIA CEREBRAL


• Definição: lesão no sistema nervoso central causada, na maioria das vezes, por uma falta de oxigênio no cérebro do bebê durante a gestação, ao nascer ou até dois anos após o parto. “Em 75% dos casos, a paralisia vem acompanhada de um dano intelectual”, acrescenta Alice Rosa Ramos, superintendente técnica da Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD), em São Paulo.

• Características: a principal é a espasticidade, um desequilíbrio na contenção muscular que causa tensão. Inclui dificuldades para caminhar, na coordenação motora, na força e no equilíbrio. Pode afetar a fala.

• Recomendações: para contornar as restrições de coordenação motora, use canetas e lápis mais grossos – uma espuma em volta deles presa com um elástico costuma resolver. Utilize folhas avulsas, mais fáceis de manusear que os cadernos. Escreva com letras grandes e peça que o aluno se sente na frente. É importante que a carteira seja inclinada. Se ele não consegue falar e não utiliza uma prancha própria de comunicação alternativa, providencie uma para ele com desenhos ou fotos por meio dos quais se estabelece a comunicação. Ela pode ser feita com papel cartão ou cartolina, em que são colados figuras pequenas, do mesmo material, e fotos que representem pessoas e coisas significativas, como os pais, os colegas da classe, o time de futebol, o abecedário e palavras-chave, como “sim”, “não”, “fome”, “sede”, “entrar”, “sair” etc. Para informar o que quer ou sente, o aluno aponta para as figuras e se comunica. Ele precisa de um cuidador para ir ao banheiro e, em alguns casos, para tomar lanche.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010


Sugestões de sites de leitura para crianças
♥♥♥
1. O caracol de ouvido
http://caracol.imaginario.com/estorias/index.html

2. O Pequeno Príncipe (on-line)
http://www.mayrink.g12.br/pp/Cap00.htm

3. Contando História (organizado por Vera Rossi)
http://www.contandohistoria.com/

4. Domínio Público (link para Literatura Infantil)
http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/PesquisaObraForm.jsp;jsessionid=E3890C67BDC75A019C9462C7AAE1D21C

5. Dobras da Leitura (blog)
http://dobrasdaleitura.blogspot.com/

6. Mitologia (organizado por Solange Firmino)
http://solfirmino.multiply.com/reviews/item/43

7. Divertudo
http://www.divertudo.com.br/historias.htm
Sugestões de desenhos para colorir
♥♥♥
1. GPDesenhos (antigos e atuais)
http://www.gpdesenhos.com.br/

2. 123 Colorir Desenhos
http://www.123colorir.com/

3. Colorir Desenhos
http://colorirdesenhos.com/

4. Desenhos para Colorir
http://www.desenhosparacolorir.org/desenhos/

5. Desenhos para Imprimir e Colorir (histórias e fábulas)
http://www.midisegni.it/Port/pagina_uma.shtml

6. Coloriage Enfants
http://www.coloriage-enfants.com/

7. Coloriages D'Enfants
http://www.coloriages.biz/

8. Coloriages éducatif
http://www.coloriage-educatif.com/index.php?lang=portuguese

9. Papa Jan
http://www.coloring-page.com/

10. Colorir Desenhos
http://www.colorirdesenhos.com.br/

11. Hugo l'escargot (desenhos para colorir)
http://www.hugolescargot.com/coloriage.htm

12. Colorir
http://www.miniweb.com.br/cantinho/infantil/38/colorir.html

13. Mandalas
http://www.mandala-colorier.com/

14. Lanna Ronca
http://www.lannaronca.it/

15. Portal da Turma da Mônica
http://www.monica.com.br/index.htm



Feliz 2010 !
Todo ano é uma promessa...
Quantas dúvidas temos:
o que fazer, como será,
quais caminhos trilhar?


"Todacaminhada começa com o primeiro passo."
Então continuemos nossa caminhada...




Buscando ajuda, apoio,
ou simplesmente,
uma companhia.




Coloque
as mãos na massa:
junte disposição, ânimo,
carinho e respeito.
Acrescente seus estudos,
momentos de planejamento e
de avaliação.
Leve tudo ao coração,
passando sempre pela razão.




Cultive seus sonhos,
sua imaginação,
sua criatividade!
Todos somos capazes,
basta acreditar

Educar é tornar as pessoas felizes,
pois descobrem suas capacidades,
percebem suas potencialidades.
Educar é humanizar.
Educar é dar condições
para se tornar cidadão.
Juntos
nessa rede
de pessoas
que vivem
pela, para e na
Educação.